OUTROS ESPETÁCULOS

13/06/2015 15:37

Adeus, Deus

Em Adeus, Deus o coreógrafo Sandro Borelli usa elementos da dança e do teatro para discutir questões que envolvem o Suicídio. Nesta composição o que se apresenta é o encarceramento do indivíduo em seu próprio desapego à existência, é algo mais forte que todas as misérias e tristezas do mundo.

A consciência julga, pune o corpo e o espírito, não existe maneira de remediar os conflitos entre a sua vontade e a responsabilidade pelas próprias ações. Aqui não há o colo protetor da santíssima trindade. Resta apenas um corpo que procura no outro sincronias possíveis para um ponto final, um manifesto para o mundo, uma morte pulsante, límpida e desejada.

Adeus, Deus é o último gesto para o fim do grande espetáculo, a derradeira cena do silencio do coração e da sua história.


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